19.05.2026
Tipo: Abreu
Centros empresariais, investimento e seguro contra calamidades marcam debate sobre o PTRR
A Abreu Advogados recebeu, no seu auditório em Lisboa, a conferência dedicada ao PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, uma iniciativa que reuniu o Ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, o presidente da NERLEI CCI – Associação Empresarial da Região de Leiria/Câmara de Comércio e Indústria, Luís Febra, o Diretor do ECO, António Costa, e a Managing Partner da Sociedade, Inês Sequeira Mendes.
Durante a sessão, Manuel Castro Almeida sublinhou que a prioridade para 2026 será a recuperação do território afetado, em particular na região de Leiria. Dos 22 mil milhões de euros previstos no âmbito do PTRR, cerca de cinco mil milhões serão destinados à recuperação dos danos provocados pelas intempéries.
Entre os projetos destacados esteve a criação de zonas empresariais de média e grande dimensão, com o objetivo de ordenar melhor a atividade industrial, atrair investimento e promover o desenvolvimento económico em territórios de menor densidade populacional. Serão ainda criadas condições para que cada município possa disponibilizar terrenos devidamente infraestruturados para acolher empresas interessadas em instalar-se.
A conferência abordou também a preparação do país para futuros fenómenos naturais extremos, incluindo o futuro regime de seguro obrigatório contra calamidades, que deverá entrar em vigor no próximo ano. O PRR foi outro dos temas em discussão no auditório da Abreu Advogados, onde o ministro anunciou que Portugal já apresentou o nono e penúltimo pedido de pagamento à Comissão Europeia. Com este pedido, que chegou a Bruxelas esta segunda-feira, a execução do plano passa de 61% para 75%.
Ao acolher esta iniciativa, a Abreu Advogados reforça o seu compromisso com a discussão de temas estruturantes para a economia portuguesa, a coesão territorial, o investimento e a resiliência das empresas e comunidades. Num contexto de transformação económica e climática, a reflexão conjunta entre decisores públicos, associações empresariais, empresas e sociedade civil assume um papel essencial na construção de respostas eficazes e sustentáveis.